A partir das constatações feitas sobre a realidade museológica nacional torna-se necessário aprofundar o conhecimento sobre esta mesma realidade e aperfeiçoar o nível da actividade dos museus.
Neste sentido a Política de Museus considera as seguintes linhas de orientação:
a) Qualificação das instituições museológicas existentes, nomeadamente modernização de infra-estruturas de serviços, adequação dos diferentes espaços às funções de exposição, educação, conservação, investigação e desenvolvimento de projectos museológicos e museográficos;
b) Criação de novos museus de iniciativa e modelo de gestão diferenciado;
c) Diversificação das tipologias de museus existentes como, por exemplo, museus de ciências, agricultura, de técnicas diversas, entre outros;
d) Distribuição geográfica alargada ao território nacional, visando a descentralização cultural;
e) Formação e capacitação de recursos humanos;
f) Informatização de museus;
g) Criação de redes de museus;
h) Fortalecimento do diálogo intersectorial;
i) Ligação permanente entre o museu e o sistema educativo nos seus vários níveis;
j) Promoção do museu como recurso para o turismo nacional e internacional;
k) Apoio às pessoas portadoras de deficiência, de acordo com as especificações contidas no Decreto n.º 53/ /2008 de 30 de Dezembro, sobre os dispositivos de acessibilidade e circulação da pessoa portadora de deficiência física ou de mobilidade condicionada;
l) Diversificação de públicos;
m) Ampliação das fontes de financiamento;
n) Adopção de requisitos profissionais específicos dos museus;
o) Desenvolvimento da Profissão e adopção dos Princípios Deontológicos específicos.